terça-feira, junho 08, 2004

Oração de São Francisco de Assis

A todas as vacas que se sacrificaram em nome de um ideal: a caridade!
In Memoriam

Senhor, fazei-me intrumento de vossa paz!
Onde houver carne, que eu leve um isopor,
Onde houver churrasqueira, que eu leve o carvão,
Onde houver churrasco, que eu não o ponha num pão,
Onde houver espetinho, que eu leve a farinha,
Onde houver Bixo, que eu leve a paciência,
Onde houver trabalhadores, que eu leve a cortesia,
Onde houver mesas, que eu faça o Delivery!
Senhor, fazei com que eu procure mais
Maltratar o Wander, do que ser maltratado.
Vender, do que a barraca ao lado tiver vendido.
Assar, do que ser assado.
Pois é entregando o espeto que uma ficha se recebe.
Embrulhando pra viagem que se esconde o espeto queimado e
Limpando a grelha que se vive para a vida eterna,
Mú!

domingo, junho 06, 2004

A segunda vez é ainda melhor

Ah, nada como empurrar um carro na subida às dez horas de uma gélida noite de sábado.
Ele continua suicidando-se. Ainda vai pagar por isso um dia.

sábado, junho 05, 2004

A primeira a gente nunca esquece

Hoje fiz minha primeira chupeta!
Ah, maldito Corsa velho filho da puta!!!
Só não mando você morrer porque é o que você mais faz!

quinta-feira, junho 03, 2004

Por que, Deus, por que você faz isso?

Como diria Karen Müller, " esse negócio de passar greve em casa de pijama não dá, entende?" . Pois eu, como uma boa pupila, resolvi aproveitar o período em que a USP está parada e assistir Minha Vida sem Mim lá no Shopping Gay Caneca.
Compro os ingressos, passo no mercado pra comprar uma bolachinha clássica, sento na minha poltroninha e aguardo o início do filme.
E eis que a criatura surge, subindo as escadas. Ele era meu número. Era meu número, na cor que eu queria, em liquidação, e eu ainda podia pagar em duas vezes sem juros no cartão. Ou seja, melhor impossível.
Me chamem de exagerada, mas tudo que minha mente conseguiu formular naquele momento foi: " Meu Deus, é o homem da minha vida! " E eu que nunca acreditei em amor à primeira vista.
- Senta do meu lado! Senta do meu lado! Senta do meu lado!
Ele sentou. Meu Deus, ele sentou! Pára tudo, ele sentou! Na mesma fileira, pulou umas
duas cadeiras, mas eu sei que foi só pra não ficar chato.
Como uma boa Mulher-Disney já fiquei pensando nos nomes dos nossos filhos. Mentira, não cheguei a tanto, mas o cara realmente me interessou. E eu pensei - Foi um sinal. Eu tinha que estar angustiada hoje, pra resolver vir ao cinema sozinha e encontrar com ele. Que homem!
E começam os traillers. Passa o primeiro, passa o segundo. Passa o símbolo da produtora. E antes que passe a primeira legenda ouve-se um sonoro SSHHHH pra que a tiazinha atrás de mim faça silêncio. E eu procuro de todas as maneiras acreditar que o SSSHHH não veio do meu lado direito.
Mas não deu. Ainda mais quando, depois de sei lá quanto tempo de filme e uns leves problemas com o pacote de bolachas ( admito, fiz barulho, mas não tinha abre-fácil e tava escuro, dêem um desconto! ) o 'Príncipe Encantado' me chama de lado e pede pra que eu faça menos barulho com minhas batatinhas, porque eu o estava incomodando. Respondi algo grosso e imbecil do tipo: Não são batatinhas, são bolachas!, e virei meus olhos pra tela bufando.
Afinal, estava provado. Era um Palhaço! Mais um. Nada muito novo, meu coração sempre foi um circo, mas é que essa doeu. Devia ter xingado. Devia ter colocado a mãe dele no meio. Mas não coloquei. E fiquei muito brava comigo por isso.
- Bom, já que não vou beijar, vou aproveitar pra brigar.
Amassei o pacotinho de bolacha pra jogar na minha sacolinha de lixo.
- Mas é uma sem-noção mesmo!
- Escuta, por que você não aluga o filme e assiste sozinho na sua casa? Já que você não sabe conviver com as pessoas e não tem um mínimo de tolerância...
- Isso aqui é um lugar público!
- Isso não me tira o direito de comer bolacha, se eu quiser!
- Ah, mocinha, volta pra sua jaula e fica lá sozinha...
- Ah, tenta ser feliz algum dia na vida...
E ele começou a resmungar coisas incompreensíveis. Ah, sim, eu não mencionei que ele ria
e fazia uns comentários consigo mesmo durante o filme, não é? Pois é. Ainda por cima psicótico.
Eu nem prestava mais atenção ao filme. Pensava coisas do tipo: será que sou eu que estou errada? Mas o lado bom dos Palhaços é que eles sempre se afundam sozinhos. E cinco minutos depois... sim, exatamente. Ele atendeu o celular. E conversou sei lá com quem por alguns segundos. E eu tive um acesso de riso. Devia ter jogado isso na cara dele, mas nem era preciso. O babaca deve ter percebido o papelão que causou. E saiu correndo assim que o filme acabou, antes que as luzes se acendessem, impedindo o meu tão sonhado embate final.
Agora, eu me pergunto: Por que, Deus? Por que você faz isso comigo? Por que me mostra o doce se depois vai tirar da minha boca? É um sinal, Senhor? Pra eu desistir de vez dos
homens, que são todos uns palhaços mesmo? Deus, eu já te disse que eu até queria, mas
não rola, eu não gosto de mulher. Não adianta tentar me covencer do contrário. Então, por que, Deus? Por quê?

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E essa situação toda me faz pensar que eu deveria ser mais mal-educada. Minha mãe fez o trabalho bem demais. Não abriu espaço pra que alguém me estragasse. Acabou com toda a minha rebeldia. Talvez se eu tivesse sido criada pela minha avó, em um apartamento em Campinas, e passasse a infância empinando pipa no ventilador e roubando mangas na fruteira, talvez assim eu fosse hoje uma mulher revolucionária, e seria mais fácil ir contra o sistema e mandar um sujeito desses tomar no cu sem me sentir uma suja. Mas dizer um CÚ, com a(ss)cento, assim bem redondo, de boca cheia, e depois assistir o filme tranqüilamente sem sentir minha bochechas arderem nem pensar no que a tiazinha da fileira de trás está pensando a meu respeito, algo do tipo 'Ai, como é feio mulher barraqueira!'
E talvez assim acabasse esse nó eterno na minha garganta . Das milhares de coisas que eu
deveria dizer e não digo. Mas penso. E pensar me tem feito muito mal. Vou parar com isso até segunda ordem.

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Ah, sim. O filme é bom. Benjamim, que eu fui ver no sábado, é legal também. Recomendo-os.

segunda-feira, maio 31, 2004

Celebridade imatura

Não, eu não estou inventando.
Juliana Paes declarou em entrevista a Veja essa semana:

Veja- Há estudos sérios que afirmam que em muitas coisas a mulher de hoje se comporta como suas avós: finge orgasmos, quer casar e ter filhos. Você se enquadra nesse perfil?
Juliana - Acho que sim. Qual o problema de fingir um orgasminho para agradar a seu parceiro? Eu não sou nada feminista. Ao contrário. Acho que mulher dirige pior, que homem tem de abrir a porta do carro, que mulher é sexo frágil.


Uau! Que mulher! Olha que tem que ser muito macho pra assumir que finge orgasmo e sonha em casar nesse mundinho de merda em que as pessoas acham que ser respeitada como mulher é virar homem. Pois não é! Mulher é mulher e pronto. E faz a unha, e sabe fazer bolo, é delicada, vaidosa, tem TPM e chora por qualquer coisa. Essência feminina. E sei que vocês, palhaços, não entendem mesmo dessas coisas.
E isso não quer dizer que eu seja uma dona de casa babaca. Simplesmente acho um absurdo essas feministas malucas que acham que se libertam muito comemorando o 8 de março e queimando sutiã no meio da rua. Um desperdício. Um sutiã da nova coleção da DeMillus tá 79 reais! E é lindo! Não queimem, dêem pra mim!
Assumam, garotas: no fundo, todas vocês, assim como eu, estão esperando pelo Príncipe Encantado. E todas vocês, assim como eu, só encontram o Lobo Mau. É, a Síndrome da Cinderela tá aí. É a Mulher-Disney. E eu adoro os desenhos da Disney.
Não estou falando de revolução sexual. Dêem pra quem vocês quiserem. Claro que acho um absurdo o Islã proibir as mulheres de fazerem tudo. Brigo pela liberdade delas. Mas isso é brigar pelos Direitos Humanos, e não pelo Feminismo. Discordo de mulheres que ganham menos que homens mesmo trabalham muito mais. Acho que o marido tem a obrigação de dividir o serviço da casa e a criação dos filhos. Só quero dizer que as feministas são machistas até o último fio de cabelo. E o fato de eu querer que os homens me respeitem não quer dizer que eu vá deixar de freqüentar o cabeleireiro e a depilação. Coisa de mulherzinha mesmo. Coisas essas que eu adoro.
Ponto pra Juliana Paes. Imatura até o último buraquinho de celulite. Pra ficar como eu só falta perder um pouco de bunda...

sexta-feira, maio 28, 2004

Série Grandes Momentos

Um é pouco
Dois é bom
Três... é demais!

GRANDES MOMENTOS DE KAREN MÜLLER - Capítulo III

" Karen- Rafael, você tá sabendo da greve? Você quer esse folheto aqui falando sobre isso?
Rafael - Ah, Karen, eu...
Karen- Ah, então, devolve, que nem adianta te entregar isso... " Sem comentários.

" Ah, Rafael, nada acontece por acaso, entende? " dando uma de Mestre dos Magos, após saber do término de ´Dias Felizes´, um dia depois da dupla não conseguir se apresentar na aula dela por falta de tempo

" Porque você tem uma atenção, um trabalho de corpo, Fernanda, que eu acho que você devia ter formação em eutonia. E eu queria alguém pra ficar no meu lugar, sabe. Porque, gente, eu não vou ficar aqui pra sempre, entende? " convicta de que tudo que é bom dura pouco

" Gente, cadê maçã? Quero maçã, gente, não tem maçã, não? " no Dia dos Professores

" Andrea, fala mais devagar, querida! " durante o AIEST, porque, afinal, Karen Müller tem ironia afiada e bom humor!

E ATENÇÃO!!!! FONTES SEGURAS ME TRANSMITIRAM A PÉROLA MAIS RECENTE:

" Gente, porque o departamento é o Patinho Feio do Patinho Feio. E eu também quero meu dia de Cisne, entende?"

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Pessoas, por enquanto, os Grandes Momentos de Karen Müller esgotaram.
Se você tiver alguma pérola ainda não divulgada, por favor entre em contato comigo, terei muito prazer em passar adiante.
E aguardem, que em breve estarão publicados

GRANDES REDUNDÂNCIAS DE VENDRAMINI
GRANDES REVOLTAS DE HUMBERTO
GRANDES METÁFORAS DO SEU ORLANDO ( SIM, ELE, O PAI DO FREEEED, AVÔ DO VITOOOOR )
GRANDES PIADAS DE DEMARCHI
e por aí vai...

segunda-feira, maio 24, 2004

Eu resolvi revolucionar a minha maneira de pensar. Resolvi não julgar as pessoas por seus atos. Resolvi que ser diferente, agir diferente, pensar diferente, não faz a pessoa melhor ou pior do que eu. Resolvi me assumir como sou. Meus defeitos, meus problemas, minhas dificuldades. Tentei acabar com a hipocrisia e rompi com meus preconceitos. Procurei afastar minhas idéias repressoras e xiitas. Descobri que ser humano é errar, e acima de tudo assumir seus erros. E então tentei ser mais corajosa. Inovar, abusar, criar. Que cada um tem sua história e seus motivos. Dei espaço pra minha loucura. Resolvi não me prender a valores antigos, rompi meus limites, derrubei barreiras. Ao menos tentei. Me modifiquei. Mas o resto do mundo não fez isso. Agora a diferente sou eu. E eu descobri que estar do outro lado era menos digno mas muito mais confortável.

sexta-feira, maio 21, 2004

Che

Diários de Motocicleta.
Tudo de bom.
Faz você ver que o Che Guevara é muito mais que uma figurinha com boina de estrela estampada no bíquini da Gisele Bündchen. Ou um nome pixado nos muros de alguma faculdade da USP por algum bicho grilo pseudo-intelectual que se acha conhecedor da causa. E que a América do Sul é muito mais que o eixo USP-VILA FORMOSA. E que talvez você não faça tanto pelo mundo como você acredita que faz. E nem tenha tanta coragem como você acha que tem.
O filme é ótimo. A fotografia é linda. O ator mais ainda. Só pra não perder o comentário imaturo, com um Che daqueles até eu queria uma Revolução Comunista...

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Pensando por outro lado, se Che não tivesse morrido, será que hoje ele estaria igual ao Fidel? Que medo...

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No filme do Casseta e Planeta descobrem que Che não morreu. Ele na verdade está escondido, e faz fortuna produzindo e vendendo camisetas com sua foto.
Não vi o filme, li isso em algum lugar. Mas achei o máximo. De vez em quando os Cassetas dão uma dentro. Sem trocadilhos pândegos, por favor. Claro que não chega aos pés das piadas deles do tempo em que eram roteiristas do TV PIRATA. Isso sim era programa de humor. Ah, já não se fazem mais piadas pândegas como ultimamente...

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Já eu...

Vou-me embora para Pasárgada
Lá sou amiga do Rei
Lá terei um homem bonito
que não seja canalha ou gay.

domingo, maio 16, 2004

Acredite, se puder

No intervalo

G- Prof. Z., você vai começar a aula agora?
Z- Pretendia, por que?
G- A gente queria entrar na aula do J., e fazer uma performance.
Z- Performance?
G- É, coisa simples, a gente só vai entrar, arrancar a roupa dele e vir embora.
Z- Agora?
G- Sim.
Z- Tudo bem, podem ir lá que eu espero.

Depois da invasão

Z- Poxa vida, a gente ficou duas horas aquecendo a voz, e vocês gritam? Precisava gritar pra arrancar a roupa do J. ?
G- A gente tava treinando emissão.

No fim da aula de J.

I- Meu, o que foi aquela intervenção na nossa aula?
G- o que o J. disse?
I- Nada, ele só reclamou de cãibra.
G- Bem feito, ele não deixou a gente arrancar a cueca.

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No Rio Pequeno- Vila Madalena

G- Sabe que eu sempre tenho vontade de vir comer aqui?
V- Nossa, eu também.
G- Vai ver por isso somos amigos.
V- ( com espanto )Oi? Tudo bem?
G- Que foi?
V- Você não percebeu? O motorista passou a entrada.
G- Passou a entrada?
V- Claro, ele tinha que ter virado na rua do Compre Bem, e não nessa.
G- Que absurdo!
C- Ow, motorista, você nunca trabalhou nessa linha?
M- Não.
C- Você não sabe o caminho?
M- Não.
P- Pega um retorno. Volta pra praça. Dá a volta (...)

20 minutos depois

G- Sabe que eu sempre tenho vontade de vir comer aqui?
V- Eu também.
G- Vai ver por isso somos amigos.
V- Você já disse isso hoje.
G- Foi um déja vu.
V- Aqui, motorista. Vira nessa. Vira!
O ônibus todo- Vira! Vira! Vira! Vira! Vira!
( aplausos e comemorações )

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No terminal de ônibus do Metrô

G- Merda, o ônibus está saindo. Vou atravessar a Heitor e pego ele lá na frente.

No ponto de ônibus

G- Oi, o Rio Pequeno passa aqui?
S- Passa.
G- Obrigada.

No Rio Pequeno

G- Puxa, ele não deveria ter virado naquela rua de trás? Talvez ele pegue a próxima travessa.
G- Ou a próxima.
G- Ou a próxima.
G- Ou a próxima.

10 minutos depois

G- Por acaso, esse não é o Rio Pequeno que vai pra USP, é?
C- Não, você devia ter pego a outra linha.
G- E como eu faço pra ir pra USP?
C- Desce depois da ponte, em uns 15 minutos você chega no Portão 2. É meio longe.
G- Ok. Vou mesmo assim. Aí pego um Circular.

No celular

V- Fe, você tá chegando?
G- Tô a caminho.
V- Onde você tá?
G- Não faço a menor idéia.
V- Hein?
G- Eu peguei o ônibus errado. Acho que vou demorar um pouco.
V- Mas você não sabe nem onde tá?
G- Tô... passando por cima do Pinheiros.
V- Tá. Vem logo, que tô aqui sem nada pra fazer, por causa da paralização não tem nem biblioteca, nem NICA, nem Circular.

Na Avenida Jaguaré

G- Ok, desci, agora pego táxi porque entrar pelo portão 2, sem Circular, é procurar ser estuprada.
(...)
G- Ok, não tem ponto de táxi nessa avenida.

Na próxima esquina

G- Oi, você trabalha na CET, né?
E- Sim.
G- Como eu vou pra USP daqui?
E- Não faço idéia.
H- A USP é na próxima ponte. Pega o outro sentido da Marginal, é na próxima.Você tá de carro?
G- Não.
H- Você tá a pé????
G- Sim.
H- Você quer que eu te leve?
G- Como assim???
D- Pode ir, ele é de confiança, não tem problema.
G- Ah... bem... ah, tamo na merda mesmo, vamo aí.

No carro de H

H- Então, você é daqui de Osasco mesmo?
G- Não, sou de São Paulo. Zona Leste.
H- Vixi, isso é longe, não é?
G- Bastante.
H- Afinal, o que é essa tal de USP?
G- ...
H- A gente ouve falar, mas não sabe bem o que é.
G- É uma faculdade estadual.
H- Ah, sim. Você fica aqui?
G- Se puder me deixar naquele prédio lá na frente, aquele iluminado...
H- Prontinho.
G- Obrigado. Você foi um anjo que passou em minha vida.
H- De nada.

Na ECA

G- Mentor... você é o cara!

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Todos os fatos aqui narrados são reais. Os nomes foram omitidos para preservar a integridade dos envolvidos. Algumas frases foram adaptadas para melhor compreensão e entendimento dos leitores.




Série Grandes Momentos

E em comemoração ao meu computador que voltou à vida...

Ela é divertida. Ela é responsável. Ela é politizada. Ela é chefe do Departamento de Artes Cênicas. Ela é a musa da campanha EUTONIA, EU TÔ NESSA!. Ela é o Coelho da Alice no País das Maravilhas. Ela é a inspiração para os

GRANDES MOMENTOS DE KAREN MÜLLER - Capítulo II

" Gente, não sei do Coutinho, gente... " demonstrando a grande comunicação entre os professores do departamento

" Vou ajudar vocês no trabalho de Interpretação com o Armando... é Armando, né? " demontrando a imensa comunicação entre os professores do departamento

" No trabalho em dupla... é dupla? " demonstrando a fantástica comunicação entre os professores do departamento

" O Tó dá Improvisação pra vocês, né? " demonstrando a soberba comunicação entre os professores do departamento

" Gente, não tem enfermaria, não " expulsando da sala os alunos que não tinham condições físicas de trabalhar em aula

" Juliana, você ri demais. Você precisa arranjar um namorado!" demonstrando todo seu lado conselheira sentimental

" Então, que que saiu? " perguntando delicadamente à aluna Tânia qual era o sexo de seu bebê recém-nascido

De onde vieram essas, virão muitas mais...
Mas só outro dia..